Pilar Hospital : Ortopedia e Tratamento de Lesões em Curitiba

16/11/2023

Especialidades no Pilar Hospital : Ortopedia e Tratamento de Lesões em Curitiba

Se você está em busca de um tratamento ortopédico de qualidade em Curitiba, o Pilar Hospital é o lugar certo. Neste artigo, destacamos os tratamentos ortopédicos disponíveis no Pilar Hospital , com foco em nossa equipe de médicos, prontos para cuidar das suas necessidades de ortopedia e lesões musculoesqueléticas.

Ortopedia de Alto Nível

A ortopedia é uma especialidade médica que desempenha um papel crucial na manutenção da saúde e da funcionalidade do sistema musculoesquelético humano. Este campo da medicina concentra-se no diagnóstico, tratamento e prevenção de uma ampla variedade de condições que afetam os ossos, articulações, ligamentos, tendões e músculos do corpo. No Pilar Hospital, reconhecemos a importância vital da ortopedia e estamos comprometidos em oferecer serviços de alto nível nesta especialidade.

Diagnóstico Preciso

Um aspecto fundamental da ortopedia é o diagnóstico preciso. Nossos médicos ortopedistas possuem um profundo conhecimento da anatomia e funcionamento do sistema musculoesquelético. Eles utilizam uma combinação de técnicas clínicas, exames de imagem e avaliação física minuciosa para identificar a natureza e a extensão das condições ortopédicas de nossos pacientes. Como isso acontece?

Análise Clínica Detalhada

A primeira etapa do diagnóstico ortopédico envolve uma análise clínica detalhada. Nossos médicos realizam uma entrevista minuciosa com o paciente, nos atendimentos ambulatoriais do Pilar Centro Médico explorando os sintomas, a história médica e as circunstâncias que levaram à lesão ou condição ortopédica. Essa abordagem centrada no paciente nos ajuda a entender melhor o quadro clínico.

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Exames de Imagem de Alta Qualidade

Para obter uma visão mais profunda das estruturas musculoesqueléticas, nossos médicos utilizam uma variedade de exames de imagem de alta qualidade, como radiografias, ressonâncias magnéticas (RM) e tomografias computadorizadas (TC), que podem ser realizadas na CEDIP Medicina Diagnóstica em Curitiba e São José dos Pinhais. Essas imagens fornecem uma imagem clara das estruturas ósseas, articulações, ligamentos, tendões e músculos, permitindo uma análise minuciosa e a identificação de possíveis lesões ou anormalidades.

Avaliação Física Especializada

Além de análises clínicas e exames de imagem, a avaliação física especializada desempenha um papel vital. Nossos médicos ortopedistas conduzem avaliações físicas detalhadas para determinar a amplitude de movimento, a estabilidade das articulações e a força muscular. Essas avaliações ajudam a identificar áreas de preocupação e a avaliar a funcionalidade das estruturas musculoesqueléticas.

Tipos de Diagnóstico Ortopédico

Os diagnósticos ortopédicos podem abranger uma ampla gama de condições, desde lesões traumáticas a condições crônicas. Alguns dos diagnósticos mais comuns incluem:

  • Fraturas ósseas;
  • Luxações articulares;
  • Lesões de ligamentos (como o ligamento cruzado anterior);
  • Tendinites e rupturas de tendões;
  • Osteoartrite e outras doenças articulares degenerativas;
  • Lesões de cartilagem;
  • Síndromes de compressão nervosa.

Independentemente do diagnóstico, nossa equipe de médicos ortopedistas está preparada para oferecer tratamento personalizado e eficaz, garantindo que cada paciente receba o cuidado necessário para sua condição específica. No Pilar Hospital, a busca por diagnósticos precisos é o primeiro passo em direção a uma recuperação bem-sucedida e à melhoria da qualidade de vida de nossos pacientes.

Tratamento Multidisciplinar

Cada paciente é único, e é por isso que nossos médicos adotam uma abordagem personalizada para o tratamento ortopédico. Independentemente de se tratar de uma lesão esportiva, osteoartrite, fratura ou qualquer outra condição musculoesquelética, nossos especialistas desenvolvem planos de tratamento sob medida para atender às necessidades específicas de cada indivíduo. Isso pode incluir tratamentos não cirúrgicos, como fisioterapia, medicação e reabilitação, ou procedimentos cirúrgicos avançados quando necessário.

No Pilar Hospital em Curitiba, a ortopedia não é apenas uma especialidade médica isolada, mas parte de uma abordagem multidisciplinar. Nossos médicos ortopedistas trabalham em colaboração com outros profissionais de saúde, como fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e especialistas em dor, para garantir um tratamento completo e abrangente para nossos pacientes. Isso não apenas acelera a recuperação, mas também ajuda a prevenir complicações futuras.

Prevenção e Educação

A ortopedia não se limita apenas ao tratamento de lesões e condições musculoesqueléticas; ela também desempenha um papel fundamental na prevenção de futuros problemas. No Pilar Hospital, nossa equipe médica está comprometida em educar os pacientes sobre práticas saudáveis que podem ajudar a evitar lesões e problemas ortopédicos no futuro, permitindo-lhes desfrutar de uma excelente qualidade de vida a longo prazo.

A Importância da Prevenção

A prevenção ortopédica é fundamental porque muitas lesões e condições musculoesqueléticas podem ser evitadas com medidas adequadas. A compreensão e a adoção de práticas saudáveis podem reduzir o risco de lesões esportivas, osteoartrite, síndromes de compressão nervosa e outros problemas ortopédicos comuns.

Educação em Saúde

Nossos médicos ortopedistas estão empenhados em educar os pacientes sobre os fatores de risco e as melhores práticas para manter a saúde musculoesquelética. Isso inclui orientações sobre:

    • Exercícios Adequados: Recomendamos programas de exercícios personalizados, adaptados às necessidades e ao nível de aptidão de cada paciente. Isso pode ajudar a fortalecer os músculos, melhorar a flexibilidade e prevenir lesões.
    • Postura Correta: Incentivamos uma postura adequada no trabalho, em casa e durante atividades diárias. Uma postura correta pode reduzir o risco de dores nas costas, pescoço e ombros.
    • Medidas de Segurança: Fornecemos orientações sobre medidas de segurança, especialmente para aqueles que praticam esportes ou atividades físicas. O uso de equipamentos de proteção adequados e a adesão a práticas seguras podem minimizar o risco de lesões.
    • Estilo de Vida Saudável: Promovemos um estilo de vida saudável, incluindo uma dieta equilibrada e o controle do peso, que são fatores que podem impactar positivamente a saúde musculoesquelética.

Tratamento de Lesões Esportivas

As lesões esportivas são um aspecto inerente à vida de atletas, independentemente do nível de habilidade ou da paixão pelo esporte. No Pilar Hospital, reconhecemos que essas lesões podem ser mais do que meros contratempos; elas podem impactar profundamente a vida e a carreira dos atletas. Possuímos um profundo entendimento das demandas físicas que os esportes podem impor ao corpo e estamos totalmente preparados para lidar com as necessidades específicas dos atletas em sua busca pela recuperação e pelo aprimoramento de seu desempenho.

Cirurgia Ortopédica de Precisão

Em certos casos, a intervenção cirúrgica ortopédica é necessária para corrigir problemas musculoesqueléticos que não podem ser tratados de forma conservadora. No Pilar Hospital, nossos cirurgiões ortopédicos são verdadeiros mestres da arte da cirurgia de precisão. Eles realizam procedimentos avançados e altamente precisos, buscando restaurar a mobilidade e a qualidade de vida dos pacientes.

Reparo de Ligamentos e Tendões

Lesões nos ligamentos e tendões podem causar dor intensa e limitar significativamente a funcionalidade das articulações afetadas. No Pilar Hospital, nossos cirurgiões ortopédicos são especialistas em reparar essas estruturas fundamentais, utilizando técnicas cirúrgicas avançadas para recuperar a estabilidade das articulações e restaurar a funcionalidade perdida.

A Importância dos Ligamentos e Tendões

Ligamentos e tendões desempenham papéis vitais no sistema musculoesquelético. Os ligamentos são bandas de tecido que conectam os ossos em uma articulação, proporcionando estabilidade e limitando o movimento excessivo. Os tendões, por outro lado, conectam músculos a ossos, permitindo movimentos controlados. Quando essas estruturas são danificadas devido a lesões, esforço excessivo ou degeneração, a funcionalidade da articulação pode ser comprometida.

Nossos cirurgiões ortopédicos utilizam técnicas cirúrgicas avançadas para reparar ligamentos e tendões com precisão excepcional. Isso inclui a reconstrução de ligamentos rompidos ou danificados e a reparação de tendões lesionados. Durante os procedimentos, nossa equipe cirúrgica trabalha com atenção aos detalhes, garantindo que as estruturas sejam restauradas com firmeza e estabilidade.

Artroplastias (Substituição de Articulações)

Quando as articulações são severamente danificadas por condições como a osteoartrite, a artroplastia emerge como uma solução eficaz e transformadora. No Pilar Hospital, nossa equipe de cirurgiões ortopédicos é altamente especializada em procedimentos de substituição de articulações, oferecendo uma abordagem precisa e excepcional para restaurar a mobilidade e a qualidade de vida de nossos pacientes.

Entendendo a Necessidade de Artroplastia

Articulações saudáveis são essenciais para uma vida ativa e indolor. No entanto, quando a cartilagem nas articulações se desgasta, muitas vezes devido ao envelhecimento ou à osteoartrite, a dor crônica e a limitação de movimento podem se tornar incapacitantes. A artroplastia é recomendada quando tratamentos não cirúrgicos não proporcionam mais alívio significativo da dor ou restauração da funcionalidade.

Precisão Excepcional na Substituição de Articulações

Nossos cirurgiões ortopédicos são conhecidos por sua habilidade em procedimentos de substituição de articulações. Realizamos uma variedade de artroplastias, incluindo a substituição de quadril, joelho, ombro e outras articulações importantes do corpo. Cada procedimento é executado com extrema precisão, com foco em restabelecer a amplitude de movimento natural da articulação e minimizar a dor.

Abordagem Personalizada

Entendemos que cada paciente é único, com necessidades específicas e objetivos individuais. Portanto, nossa equipe de cirurgiões ortopédicos adota uma abordagem personalizada para cada artroplastia. Isso significa que consideramos fatores como a idade, o nível de atividade e a saúde geral do paciente ao planejar o procedimento. Nosso objetivo é proporcionar resultados sob medida que atendam às necessidades e expectativas de cada indivíduo.

Recuperação e Reabilitação Aprimoradas

Após a artroplastia, a recuperação é uma parte crucial do processo. Nossos pacientes recebem um plano de reabilitação personalizado, que inclui fisioterapia e acompanhamento próximo para restaurar gradualmente a mobilidade, a força muscular e a estabilidade da articulação substituída. Isso permite que os pacientes retornem a uma vida ativa com confiança.

Retorno a uma Vida Ativa

O objetivo final da artroplastia é proporcionar alívio da dor e restaurar a mobilidade, permitindo que os pacientes desfrutem de uma vida ativa novamente. Com nossos procedimentos de precisão e abordagem centrada no paciente, buscamos não apenas restaurar a funcionalidade, mas também melhorar significativamente a qualidade de vida de nossos pacientes.

Correção de Fraturas Complexas

Fraturas complexas representam desafios únicos e muitas vezes exigem abordagens cirúrgicas especializadas. No Pilar Hospital, nossa equipe de cirurgiões ortopédicos é amplamente experiente na correção de fraturas complexas, empregando técnicas cirúrgicas avançadas e tecnologia de ponta para alinhar e fixar os ossos com precisão. Isso não apenas promove uma recuperação mais rápida, mas também minimiza as complicações.

A Complexidade das Fraturas Complexas

As fraturas complexas são caracterizadas por várias características, como fraturas expostas, fragmentação óssea significativa ou lesões em articulações críticas. Essas fraturas podem resultar de acidentes traumáticos, quedas graves ou lesões esportivas. Devido à sua natureza intricada, a correção requer uma abordagem especializada.

Recuperação e Minimização de Complicações

Após a cirurgia, a recuperação é uma parte crucial do processo. Nossos pacientes recebem cuidados pós-operatórios especializados e um plano de reabilitação personalizado para ajudá-los a recuperar a mobilidade e a força óssea. A minimização de complicações, como infecções ou problemas de alinhamento, é uma prioridade constante durante todo o processo de tratamento.

Restaurando a Integridade Óssea e a Qualidade de Vida

O objetivo final da correção de fraturas complexas é restaurar a integridade óssea e, com isso, a qualidade de vida dos pacientes. Nossos cirurgiões ortopédicos estão dedicados a fornecer tratamento de ponta, garantindo que os ossos se curem adequadamente e que os pacientes possam retornar a uma vida ativa e funcional.

Reabilitação Personalizada

A recuperação após uma lesão ortopédica é um componente essencial para restaurar a mobilidade e a qualidade de vida dos pacientes. No Pilar Hospital, reconhecemos a importância vital desse processo e, como tal, nossa equipe de fisioterapeutas especializados trabalha em estreita colaboração com os pacientes para desenvolver planos de reabilitação personalizados. Nosso compromisso é restaurar a mobilidade e a função de maneira eficaz e segura.

Estabelecimento de Objetivos Claros

No início do processo de reabilitação, trabalhamos em conjunto com os pacientes para estabelecer objetivos claros e mensuráveis. Esses objetivos podem variar, desde recuperar a amplitude de movimento até retornar à prática de esportes ou atividades diárias sem dor. Estabelecer metas claras ajuda a manter o foco e a motivação durante todo o processo de recuperação.

Técnicas de Reabilitação Avançadas

Nossos fisioterapeutas empregam uma variedade de técnicas de reabilitação, incluindo exercícios terapêuticos, alongamento, fortalecimento muscular e mobilizações articulares. Eles utilizam equipamentos e modalidades de última geração para otimizar a eficácia do tratamento. Além disso, oferecemos treinamento sobre a correção da postura e ergonomia, o que é fundamental para prevenir futuras lesões.

Acompanhamento Contínuo e Adaptação

A reabilitação é um processo contínuo, e nossos fisioterapeutas monitoram de perto o progresso de cada paciente. Eles ajustam os planos de reabilitação à medida que os pacientes avançam em direção a seus objetivos. Esse acompanhamento cuidadoso é vital para garantir que a recuperação seja segura e eficaz.

No Pilar Hospital, a reabilitação personalizada é uma parte fundamental de nossa abordagem abrangente para o tratamento ortopédico. Estamos empenhados em ajudar os pacientes a recuperar a mobilidade, a função e a qualidade de vida após uma lesão ou cirurgia ortopédica. Acreditamos que, com o suporte adequado, todos os pacientes têm o potencial de alcançar uma recuperação bem-sucedida.

Nossos especialistas

Os médicos do Pilar Hospital dedicados à ortopedia e tratamento de lesões em Curitiba são profissionais experientes e comprometidos em proporcionar o melhor cuidado possível aos pacientes. Com vasta experiência no campo, eles estão prontos para avaliar, diagnosticar e tratar uma ampla gama de condições musculoesqueléticas, ajudando os pacientes a recuperar a mobilidade e a qualidade de vida. Sua abordagem centrada no paciente garante que cada indivíduo receba atenção personalizada e cuidados compassivos durante todo o processo de tratamento.

Nosso compromisso com a ortopedia e tratamento de lesões em Curitiba é evidente em tudo o que fazemos. O Pilar Hospital coloca o paciente em primeiro lugar, ouvindo atentamente suas preocupações e trabalhando em conjunto para criar planos de tratamento que atendam às suas necessidades individuais.

Se você está enfrentando uma lesão ortopédica ou precisa de orientação médica em Curitiba, confie no Pilar Hospital. Entre em contato conosco hoje mesmo para marcar uma consulta e dar o primeiro passo em direção à sua recuperação ortopédica. Estamos aqui para oferecer o cuidado e a expertise de que você precisa.

 

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06 de agosto

Semana Mundial de Aleitamento Materno: 3 fatos vitais sobre amamentação

Amamentar é um ato de amor. Além da nutrição, o momento da amamentação promove inúmeros benefícios para a mãe e o bebê. É uma interação profunda, que promove laços fisiológicos e emocionais. O aleitamento materno é uma forma de gerar segurança para o recém-nascido. Baseado em dados alarmantes, a UNICEF criou uma série de compromissos sobre o incentivo à amamentação. Em 1991, foi criada uma aliança entre diversos países, a WABA, para garantir o compromisso com o termo. No ano seguinte, a instituição criou a Semana Mundial de Aleitamento Materno. Todos os anos, são lançados materiais sobre o assunto. Eles são distribuídos pelo mundo inteiro, e traduzidos em mais de 14 línguas. Este ano, o tema das publicações será “Apoie o aleitamento materno por um planeta saudável.” Para entender a importância dessa campanha, é preciso saber por que a amamentação é tão importante. Diante disso, separamos 3 fatos que irá te ajudar a entender a urgência da amamentação no Brasil e no mundo: Por que a amamentação é fundamental? Entenda com 3 fatos: 1. O leite materno é tudo que o bebê precisa nos primeiros 6 meses de vida Quando o bebê recebe apenas o leite materno, não precisa de nenhum outro alimento ou líquido. Até os primeiros 6 meses de vida, o aleitamento materno exclusivo é altamente recomendado. Isso porque, além de ser uma fonte completa de nutrientes, também fornece imunidade para o recém-nascido. Ou seja, o leite da mãe é um grande aliado na prevenção de doenças. Depois dos 6 meses, a amamentação é recomendada até o segundo ano de vida ou mais. A partir daí, a criança poderá receber outros alimentos complementares. Porém, é fundamental entender a riqueza do leite materno. Segundo estudos, 500mL de amamentação aos 2 anos representam 95% da vitamina C necessária em um dia. Bem como 45% da vitamina A, 38% das proteínas e 31% do total de energia. *1 2. Quase toda mãe pode amamentar com sucesso. Porém, todas as mães precisam de apoio e encorajamento No Brasil, apenas 9% dos recém-nascidos se beneficiam do aleitamento materno exclusivo. E, em média, ele dura 54 dias por criança. A verdade é que a amamentação nem sempre é um processo simples para a mãe. Além dos desafios, a falta de suporte e entendimento das pessoas ao redor torna a experiência frustrante. É preciso preparar uma rede de suporte para a mulher durante essa nova etapa. Entender a importância do aleitamento materno é vital para ver que ele é uma tarefa de todos. O apoio precisa estar presente em vários níveis. Desde políticas públicas, sistemas e profissionais de saúde, famílias e amigos. Quase toda mulher pode amamentar. Em muitos casos, o nervosismo é um obstáculo que pode impedir a amamentação. 3. Amamentar o bebê após o nascimento reduz a mortalidade O colostro é um leite produzido pela mãe nos dias após o nascimento. Ele é ideal para o recém-nascido, com anticorpos essenciais para protegê-lo de infecções. O leite materno pode ser considerado a primeira vacina do bebê. Através dele, o sistema imune do pequeno enriquece, protegendo o novo organismo de doenças fatais. Todos os anos, estima-se que 1,47 milhões de recém-nascidos poderiam ser salvos pelo aleitamento materno exclusivo. O leite da mãe é vital na luta contra a mortalidade infantil e neonatal. O aleitamento materno é um direito garantido por lei. Nenhuma mulher pode ser privada da amamentação, seja no trabalho, em casa ou até privada de liberdade. Amamentar é um ato íntimo entre mãe e filho. Porém, sua extensão e importância faz com que seja um benefício de saúde pública. Este ato, de carinho e cuidado, é vital para salvar vidas.

30 de novembro

Obesidade infantil, como prevenir?

A obesidade infantil afeta milhões de crianças no mundo, sendo considerada uma epidemia. A má alimentação e hábitos são as principais causas para a condição. Enfrentar esse grave problema de saúde é um dever de todos. Sem cuidado, ele pode levar a complicações sérias, como hipertensão e diabetes. De acordo com uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), 1/3 das crianças brasileiras estão acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Para combater a obesidade infantil, toda a família deve estar atenta. Por isso, entenda como ela ocorre — e como prevenir: O que é obesidade infantil A obesidade infantil é uma doença crônica, caracterizada pelo excesso de peso em crianças de até 12 anos. Considera-se excesso de peso quando o Índice de Massa Muscular (IMC) está 15% além do peso referência para a idade. Um estudo da OMS, concluiu que em até 2022 o mundo terá mais crianças obesas do que abaixo do peso. Por conta dos crescentes casos, a obesidade na infância é um problema de saúde mundial. Dados do Sistema Único de Saúde (SUS) revelam que: 14,8% das crianças com menos de 5 anos estão acima do peso;28,1% das crianças entre 5-9 anos estão com excesso de peso;5% das crianças entre 5-10 anos estão com obesidade grave;31% das crianças entre 6-23 meses consomem bebidas com açúcar;28% das crianças entre 6-23 meses comem biscoitos recheados, doces e outras guloseimas. Causas da obesidade infantil A obesidade infantil é considerada uma doença multifatorial. Não há apenas uma causa, mas sim diversos fatores que contribuem para o desenvolvimento da condição. Os principais são: Fatores genéticos;Alimentação;Sedentarismo;Aspectos ambientais;Hábitos de vida. Informações do histórico médico a partir do nascimento, como hábitos alimentares e avaliações físicas, estabelecem um quadro clínico. Por isso, o acompanhamento rotineiro com um pediatra é fundamental. Especialistas alertam sobre o risco de a criança crescer exposta a um ambiente obesogênico. Ou seja, dentro de um contexto que propicie a má alimentação, sedentarismo, entre outros. Por exemplo, é comum que as crianças passem mais tempo em jogos de vídeo game do que em brincadeiras saudáveis. O exercício físico propicia a queima de calorias e o aceleramento do metabolismo, por isso é vital. Outro alerta é o hábito alimentar da família. Atenção para rotinas se baseadas em alimentos ultraprocessados, em vez de alimentos naturais. Além de influenciar a dieta da criança, você limita sua educação alimentar. Outros aspectos também contribuem para uma vida propensa ao desenvolvimento da obesidade. Alguns sinais para cuidar são a falta de sono de qualidade e transtornos mentais como depressão e ansiedade. Riscos para a saúde A obesidade infantil impacta fortemente a vida das crianças. Além dos impactos imediatos, mostrados já na infância, há consequências ao longo do crescimento e da vida adulta. Confira alguns riscos que a condição apresenta para a saúde: Desenvolvimento de doenças crônicas, como hipertensão e diabetes;Distúrbios psicológicos;Obesidade na fase adulta;Problemas ortopédicos;Doenças vasculares;Complicações respiratórias, como asma e apneia;Colesterol alto;Problemas de relacionamento;Baixa autoestima;Disfunções alimentares, como bulimia e anorexia. Como prevenir obesidade infantil Uma vez que as causas são conhecidas, a principal arma contra a obesidade infantil é a mudança nos hábitos de toda a família. Com a exceção dos fatores genéticos, todos os fatores de risco para a obesidade infantil podem ser evitados. Consequentemente, o cuidado reduz, e muito, a predisposição genética. A alimentação deve ser o foco. Isso inclui adotar alimentos ricos em vitaminas e minerais, de preferência in natura, nas refeições. Também é preciso reduzir ao máximo o consumo de açúcar e comidas ultraprocessadas. Evite que a hora do lanche se resuma a biscoitos, salgadinhos e refrigerantes. Crianças com até seis meses devem se alimentar exclusivamente do leite materno. Na fase de introdução alimentar, a oferta de alimentos in natura deve ser diversa. Até os dois anos, a recomendação é não oferecer nenhum tipo de alimento com açúcar. Isso inclui sucos e papinhas artificiais. Além da alimentação, a prática de atividade física é uma forma de prevenir obesidade infantil. Isso contribui tanto para um bom metabolismo quanto para o desenvolvimento físico. Por isso, brincadeiras de movimento, como pular corda, pega-pega e jogar bola, devem ser incentivadas. Realize seus exames médicos com a gente. Entre em contato e agende agora mesmo!

07 de abril

Hemofilia: o que é, principais causas e tratamento

Você sabia que o Brasil é o quarto país com a maior população de hemofílicos? Essa doença hereditária atinge 400 mil pessoas em todo o mundo, sendo a grande maioria do sexo masculino. Ela é responsável por uma desordem que causa a não coagulação do sangue e, infelizmente, não tem cura. Porém, com o tratamento adequado, é possível garantir a qualidade de vida dos pacientes. Quer saber mais sobre a hemofilia? Confira a seguir! O que é? A doença que praticamente só atinge os homens ocorre quando o organismo possui um distúrbio na coagulação do sangue. Ou seja: quem tem hemofilia não possui as proteínas responsáveis por estancar o sangue em caso de ferimentos. O que significa que a pessoa não necessariamente sangra mais, mas sim por mais tempo. Os sangramentos causados pela hemofilia podem ocorrer em todo corpo e terem origem em um trauma ou não. Quais são os tipos? A hemofilia é dividida em dois tipos (A e B), sendo que os sangramentos são iguais em ambos. O que os diferencia é o fator deficiente. Tipo A: a doença tem relação com a deficiência do fator VIII de coagulação do sangue.Tipo B: a doença está relacionada à deficiência do fator IX. A gravidade de ambos sofre influência apenas da quantidade de fator no plasma. Nesse sentido, a doença também é dividida em três categorias, de acordo com o percentual deficitário da coagulação. Sendo assim, a hemofilia pode ser: Grave: atividade do fator de coagulação menor do que 1%;Moderada: atividade do fator de coagulação de 1% a 5%;Leve: atividade do fator de coagulação acima de 5%. Nesses casos, a doença pode passar despercebida até que o homem se torne adulto. Geralmente, a categoria não se altera, sendo mantida durante toda a vida. O que pode ocorrer é a redução dos sangramentos quando o homem atinge a idade adulta. Afinal, as atividades físicas se tornam menos frequentes, diminuindo também os riscos de traumas e machucados. Causas A hemofilia é uma doença genética, cuja mutação ocorre no cromossomo X. Ou seja: ela é passada dos pais para os filhos. Apesar das mulheres normalmente não desenvolverem a doença, elas são portadoras da deficiência, passando para seus filhos do sexo masculino. Os raros casos onde uma mulher se torna hemofílica ocorrem quando o pai tem a doença e a mãe também possui o gene modificado. Além disso, a hemofilia também pode ser iniciada em um bebê do sexo masculino, que desenvolve a doença, sendo o primeiro da família. Diagnóstico Além dos sinais clínicos, a hemofilia é diagnosticada por meio de um exame de sangue. Nele, é feita a medição do nível dos fatores VIII e IX de coagulação sanguínea. Sintomas O principal sintoma da hemofilia são os sangramentos. Em boa parte dos casos, eles são internos e ocorrem em locais que não podem ser vistos, como os músculos. Mas, também podem ser externos, sendo provocados por algum machucado ou sem nenhum motivo aparente. Porém, esses não são os únicos sintomas da doença. Para reconhecer a hemofilia, é importante estar atento aos seguintes sinais: Dor aguda;Aumento de temperatura;Restrição de movimentos;Comprometimento das articulações (joelho, tornozelo e cotovelo);Sangramento nas mucosas, como nariz e gengiva;Sangramentos devido a cirurgias, traumas e extrações de dentes (casos leves);Sangramentos espontâneos (em casos moderados e graves). As hemorragias podem desgastar as cartilagens e, em um segundo momento, causar lesões nos ossos. Elas podem acontecer ainda no primeiro ano de vida, como equimose. Por esse motivo, se o bebê apresentar manchas roxas após se bater nas grades do berço ou até mesmo após uma queda, quando a criança já estiver aprendendo a andar, esses hematomas podem ser um indício da doença e devem ser mostrados para o pediatra. Vale ressaltar que se o sangramento ocorrer internamente, na região das costas, as manchas roxas não aparecem. Tratamento A hemofilia é uma doença que não tem cura, porém o tratamento garante que o paciente mantenha uma boa qualidade de vida. Ele é feito a partir da reposição do fator deficiente. Enquanto o paciente com hemofilia A ganha uma reposição da molécula do fator VIII, o paciente com hemofilia B, ganha a molécula do fator IX. O medicamento que permite essa reposição é gratuito, fornecido pelo Ministério da Saúde e distribuído pelos hemocentros. O tratamento também é complementado por outros cuidados. É importante, por exemplo, que o homem realize exames com frequência e que só tome remédios recomendados pelo médico. Além disso, se houver hemartrose (sangramento dentro de uma articulação) ou sangramento muscular, ele deve aplicar gelo no local afetado pelo menos três vezes ao dia, durante 15 ou 20 minutos. É importante lembrar que, quanto antes a doença for descoberta, mais cedo o tratamento poderá começar. Consequentemente, os sangramentos deixarão menos sequelas. Porém, se o paciente já tiver alguma sequela, o tratamento evita novos sangramentos e melhora a qualidade osteomolecular. A aplicação da medicação é feita em casa. Para isso, o paciente e/ou seus cuidadores passam por um treinamento. E quando a fase aguda é superada, o tratamento continua com um fisioterapeuta, com o objetivo de fortalecer a musculatura e estabilizar as articulações.Gostou desse texto e deseja conferir mais conteúdos como esse? Clique aqui e acesse o nosso blog.

23 de novembro

Pilar inicia procedimentos com torres cirúrgicas

Cirurgia minimamente invasiva realizada para diagnosticar e tratar doenças da região abdominal e pélvica, a videolaparoscopia traz como uma de suas características a importância de visualização dos detalhes, decisivos para o resultado do procedimento. No Pilar Hospital foi adquirido recentemente um equipamento considerado o que há de mais moderno nesse segmento e já está sendo utilizado por sua equipe de especialistas. Tratam-se das primeiras torres cirúrgicas de Curitiba para videolaparoscopia 4K – Karl Storz. A qualidade de imagem é o principal benefício dessa tecnologia, que aliada ao efeito de profundidade, traz fatores fundamentais para a segurança e eficiência na videocirurgia. Nitidez e imagem ampliada são outras características. São muitos os diferenciais desse equipamento, incluindo: Tecnologia 4K; Ampla capacidade de visualização; Riqueza de detalhes; Excelente efeito de profundidade; Alto brilho da imagem; Representação fiel das cores. A melhor visão, com cirurgias mais minuciosas e detalhadas, possibilita precisão nos movimentos do especialista, que consegue acessar áreas mais profundas e tornar ainda melhor a recuperação do paciente. Aliada ao conhecimento do médico, a técnica atua em patologias como tumores abdominais, endometriose e miomas de útero. Para conhecer toda a infraestrutura e ainda os diferenciais que tornaram o Pilar Hospital referência em saúde na capital paranaense, visite as nossas redes sociais e o nosso site. “É tempo de reinventar, é tempo de crescer”.

09 de março

Dia do Nefrologista: afinal, o que é Nefrologia?

Poucos conhecem a especialidade pelo nome, mas você conhece alguém que foi a um Nefrologista? A Nefrologia é a parte da Medicina que estuda, previne e trata doenças do Sistema Urinário, principalmente relacionadas ao rim. O aparelho renal é responsável pelo equilíbrio químico do nosso corpo. Quando esse órgão não funciona normalmente, a ação rápida é imprescindível para evitar problemas sérios. No Brasil, 21 mil pessoas iniciam tratamento por hemodiálise ou diálise anualmente. São os Médicos Nefrologistas que coordenam e supervisionam o processo para garantir a nossa saúde. No Dia do Nefrologista, a CEDIP traz algumas dicas e curiosidades sobre esta área essencial. Aproveite! Entendendo a nefrologia: 4 perguntas fundamentais Quais são as funções do Médico Nefrologista? O Sistema Urinário pode parecer pequeno, mas é fundamental e complexo. Portanto, o Médico Nefrologista exerce diversas atividades na promoção do bem-estar. Algumas delas são: Prevenção de doenças;Diagnóstico e tratamento de infecções urinárias;Diagnóstico e tratamento de patologias renais;Prevenção e tratamento de pedra nos rins;Realização de Hemodiálises;Realização de Diálises peritoneais;Transplante renal. Qual é a função do Sistema Urinário, em particular dos rins, em nosso bem-estar? O aparelho urinário é composto de dois rins, dois ureteres, a bexiga e a uretra. Eles atuam em conjunto, garantindo a filtração do sangue, a produção da urina e sua eliminação. Sua parte renal costuma receber atenção especial, pois é a porção que integra o Sistema com o resto do organismo. Em geral, os rins promovem: A eliminação de toxinas no sangue pela filtração;A regulação na formação de sangue e ossos;A regulação da pressão;O controle do balanço químico e de líquidos. Como prevenir doenças no Sistema Urinário? Para evitar doenças no Sistema Urinário, o primeiro passo é pesquisar fatores de risco. Hipertensão, diabetes, pedra nos rins e nefrites na família aumentam as chances de doenças na região. Outros agravantes estão relacionados aos hábitos. O fumo, a obesidade e o uso de medicações nefrotóxicas podem comprometer as funções do trato urinário. Confira algumas atitudes positivas para a saúde dos rins: Realizar atividades físicas regularmente;Evitar o excesso de sal;Manter o controle da pressão arterial;Realizar exames regulares de colesterol e glicose;Evitar o uso de anti-inflamatórios não hormonais;Hidratar-se corretamente todos os dias;Anualmente, fazer exames que avaliam a saúde renal;Não usar remédios sem prescrição médica. Quando devo visitar um Nefrologista? Quem tem mais de 40 anos deve realizar ao menos uma consulta ao ano com um Médico Nefrologista. Também são recomendados exames de creatinina, além do exame de urina, para avaliar precisamente a situação do aparelho urinário. Para pacientes de qualquer idade, mas com fatores de risco, a orientação é que o médico especialista seja visitado. Assim, são planejadas a prevenção e tratamento adequados. Já para a população em geral, a visita reserva-se para o aparecimento de sintomas. Alteração na urina, incômodo para urinar e dor intensa na região lombar indicam problemas no aparelho urinário. Em caso de dúvida, consulte seu médico e siga suas indicações. Na hora de realizar exames completos, conte com um laboratório completo. Conheça a excelência e conforto CEDIP! Fonte: Sociedade Brasileira de Nefrologia

26 de novembro

Dezembro Laranja: previna-se

Dezembro é o mês para lutarmos contra um vilão silencioso e perigoso: o câncer de pele. A campanha Dezembro Laranja tem o objetivo de lembrar a população sobre a importância de se prevenir contra essa doença. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o tumor de pele costuma se manifestar em pessoas com mais de 40 anos, mas essa regra está encontrando cada vez mais exceções. A exposição constante ao sol e a maior intensidade dos raios solares, causada pelas alterações climáticas no planeta, estão diminuindo, aos poucos, a idade dos pacientes que são atingidos pelo câncer de pele. É preciso mudar alguns hábitos da nossa rotina para prevenir essa doença. Antes, vamos entender quais os tipos de câncer, seus sintomas e como é feito o diagnóstico. Melanoma e não melanoma: qual a diferença? O câncer de pele está dividido em dois tipos: o tumor com mais chances de tratamento e cura é chamado de não melanoma e pode ser um carcinoma basocelular ou espinocelular; já o tipo mais perigoso de câncer e que tem chances de cura muito baixas é conhecido como melanoma. Veja as principais características de cada tipo e saiba como identificar. 1) Não melanoma – Carcinoma Basocelular Esse é o diagnóstico de 95% dos casos de câncer de pele. É o tipo menos grave e, normalmente, se manifesta através de manchas na pele, que crescem lentamente. Elas aparecem em locais de maior exposição ao sol, como rosto, pescoço, orelhas e couro cabeludo. 2) Não melanoma – Carcinoma Espinocelular Segundo tipo de câncer mais comum, suas vítimas costumam ser homens, mas também pode se manifestar em mulheres. O principal sintoma é uma ferida em forma de nó que cresce rapidamente e forma uma casquinha. Apesar de também ter ligação com a exposição solar, ele pode ser causado pelo tratamento de quimioterapia e radioterapia ou se desenvolver em quem já tem problemas de pele crônicos, como feridas que não cicatrizam. 3) Melanoma maligno Uma pinta escura, que vai se deformando com o passar do tempo é o principal sinal deste tipo de câncer, o mais perigoso de todos. Ele é provocado pela exposição ao sol ou por queimaduras, principalmente em pessoas com a pele muito clara. Se não for identificado precocemente, pode ser fatal, pois se desenvolve e atinge outros órgãos, como o pulmão. Para todos os tipos, uma solução: prevenção Benigno ou maligno, o câncer de pele é assunto sério e é importante prevenir. Alguns hábitos simples podem aumentar suas chances de ficar longe dessa doença. Veja as principais formas de prevenção e inclua na sua rotina: – utilize filtro solar diariamente, de preferência com fator de proteção 30, principalmente das 10h às 16h, horário em que os raios solares são mais fortes; – evite a exposição ao cigarro e outras substâncias tóxicas; – proteja-se do sol com bonés, chapéus, óculos escuros com proteção UV, guarda-sol e barracas. Colocando em prática esses hábitos, o câncer de pele pode ser evitado. Mas, lembre-se: se observar alguma pinta, sinal ou mancha anormal na sua pele, procure imediatamente um dermatologista. Só ele pode dar o diagnóstico preciso para os seus sintomas e prescrever o tratamento ideal. Além disso, quanto antes for diagnosticado, mais fácil será o processo de cura. Vamos juntos fazer do Dezembro Laranja uma campanha que dure o ano inteiro.

14 de abril

Principais funções e descobertas dos médicos infectologistas

Essenciais para a saúde pública e para a prática da medicina, os médicos infectologistas estão sendo cada vez mais reconhecidos. Após mais de um ano de pandemia pela COVID-19, a população reconhece a importância desse profissional. Mas o que esse especialista realmente faz em seu dia a dia? Confira a seguir! O que faz? Especialistas em doenças infecciosas, os médicos infectologistas são responsáveis pelo diagnóstico, tratamento e prevenção de infecções causadas por parasitas, vírus, bactérias e fungos. Para que isso seja possível, esses profissionais possuem um amplo conhecimento sobre inúmeros medicamentos, especialmente antivirais, antibióticos, antifúngicos e antiparasitários, sabendo, inclusive, quais são os efeitos adversos que esses remédios podem causar. Como é seu dia a dia? Os médicos infectologistas geralmente atendem em consultórios, clínicas e hospitais. Requisitados para avaliar pacientes com doenças que ainda não foram diagnosticadas, esses profissionais analisam o quadro clínico completo para que possam oferecer o melhor tratamento possível. Mas, mais do que isso, eles observam toda a amplitude da doença, compreendendo o paciente e onde ele se encontra, inclusive do ponto de vista social. Justamente por terem uma visão sistêmica da situação, muitos são convidados para se tornarem diretores de hospitais, por exemplo. Quais são suas especialidades? Você já sabe que médicos infectologistas são especialistas em doenças parasitárias e infecciosas. Mas o que você talvez não saiba, é que eles também podem se aperfeiçoar em outros nichos, como: Infecções hospitalares;Infecções em pessoas que passaram por transplantes;Epidemiologia;Diagnóstico laboratorial;Infectologia pediátrica;Infecções sexualmente transmissíveis. Quais doenças esse profissional trata? Conforme citado anteriormente, os médicos infectologistas são responsáveis pelo tratamento de doenças causadas por vírus, bactérias, parasitas e outros micro-organismos. Dentre as mais comuns, estão: Dengue;Zika;Chikungunya;Febre amarela;Meningite;Pneumonia;Micoses;Aids;Hepatite;Herpes;Gonorreia;Sífilis;Clamídia. Principais desafios e descobertas Devido à especialidade dos médicos infectologistas, esses profissionais estão entre os mais solicitados em casos de epidemias e pandemias. Alguns dos principais exemplos que podemos citar são os da febre amarela em São Paulo, os surtos de dengue, a Influenza H1N1 e, é claro, a pandemia causada pelo coronavírus. Nesse sentido, esses profissionais são requisitados por órgãos do governo para que indiquem planos de ação para conter essas doenças. Pelo mesmo motivo, muitos médicos infectologistas também são convidados para integrar governos estaduais e o próprio Ministério da Saúde. A importância desse profissional durante a pandemia do coronavírus O primeiro caso oficial de covid-19 foi confirmado no Brasil em 25 de fevereiro de 2020. Essa infecção respiratória causou uma crise sanitária que já dura mais de um ano no país e no mundo. Mas apesar da presença da doença só ter sido confirmada em fevereiro, já se sabe que ela chegou ao país antes disso. E, inclusive, algumas instituições já se preparavam desde janeiro do ano passado para a chegada do vírus. Hoje, com as vacinas já sendo aplicadas em parte da população, é possível ver o fim da pandemia em um futuro não tão próximo. Porém, é fundamental destacar a importância dos médicos infectologistas e demais membros das equipes multidisciplinares no tratamento dos pacientes. Em um contexto de grande desgaste físico e emocional, esses profissionais travaram verdadeiras batalhas contra uma doença nova e praticamente desconhecida. Incontáveis estudos foram realizados para que fosse possível criar testes, descobrir as melhores formas de tratamento e produzir vacinas em tempo recorde. Todo esse esforço tem dois objetivos específicos: garantir um tratamento de qualidade para todos os pacientes e conter o avanço da doença. Agora que você já sabe o que fazem e qual é a importância dos médicos infectologistas, clique aqui e saiba mais sobre a CEDIP.

24 de outubro

Lombalgia

[vc_row][vc_column][vc_single_image image="615" img_size="full"][vc_column_text]A Lombalgia, também chamada de dor lombar, é a dor ou o desconforto na região mais baixa da coluna, perto da bacia, conhecida como “região lombar”. Ela não é uma doença, mas sim o sintoma mais perceptível de várias doenças que podem surgir no local. É necessário procurar um médico especialista para verificar qual é a fonte do problema. Após uma avaliação clínica, em alguns casos acrescida da realização de exames de diagnóstico por imagem como Ressonância Magnética, Tomografia Computadorizada e Raio X é possível detectar a causa da dor lombar e, a partir disso, iniciar a discussão dos possíveis tratamentos.[/vc_column_text][bsf-info-box icon="Defaults-exclamation-triangle warning" icon_size="32" icon_color="#12a39e" title="Causas" title_font_color="#12a39e"][/bsf-info-box][vc_column_text css=".vc_custom_1486651610914{margin-top: -10px !important;}"]São causas da dor lombar:[/vc_column_text][bsf-info-box icon="Defaults-chevron-right" icon_size="32" icon_color="#5b8ba9" title="Doenças mecânico-posturais (vícios de postura, obesidade, gravidez, esforços repetitivos, sequelas neurológicas, etc.);" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888" css_info_box=".vc_custom_1626053680117{margin-top: -10px !important;}"][/bsf-info-box][bsf-info-box icon="Defaults-chevron-right" icon_size="32" icon_color="#5b8ba9" title="Doenças degenerativas;" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888" css_info_box=".vc_custom_1486651623295{margin-top: -20px !important;}"][/bsf-info-box][bsf-info-box icon="Defaults-chevron-right" icon_size="32" icon_color="#5b8ba9" title="Doenças congênitas;" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888" css_info_box=".vc_custom_1486651629296{margin-top: -20px !important;}"][/bsf-info-box][bsf-info-box icon="Defaults-chevron-right" icon_size="32" icon_color="#5b8ba9" title="Doenças inflamatórias (espondilite anquilosante, espondiloartropatias, artrite psoriática, artrite reativa, artrite reumatoide juvenil);" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888" css_info_box=".vc_custom_1486651636658{margin-top: -20px !important;}"][/bsf-info-box][bsf-info-box icon="Defaults-chevron-right" icon_size="32" icon_color="#5b8ba9" title="Doenças infecciosas (bacterianas e micóticas);" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888" css_info_box=".vc_custom_1486651641891{margin-top: -20px !important;}"][/bsf-info-box][bsf-info-box icon="Defaults-chevron-right" icon_size="32" icon_color="#5b8ba9" title="Doenças tumorais (metástases ósseas, mieloma múltiplo);" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888" css_info_box=".vc_custom_1486651648066{margin-top: -20px !important;}"][/bsf-info-box][bsf-info-box icon="Defaults-chevron-right" icon_size="32" icon_color="#5b8ba9" title="Doenças metabólicas (osteoporose);" title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888" css_info_box=".vc_custom_1486651652923{margin-top: -20px !important;}"][/bsf-info-box][bsf-info-box icon="Defaults-chevron-right" icon_size="32" icon_color="#5b8ba9" title="Doenças psicológicas." title_font_color="#5b8ba9" desc_font_color="#888888" css_info_box=".vc_custom_1486651657885{margin-top: -20px !important;}"][/bsf-info-box][vc_column_text]A dor lombar é considerada a condição que mais gera limitações entre pessoas com menos de 45 anos e uma das maiores causas de procura médica. Ela costuma provocar incapacidade de movimento, sendo assim a segunda maior causa de afastamento do trabalho. Estudos calculam que cerca de 80% da população adulta mundial chega a sofrer com este problema em alguma etapa da vida. Caso a dor inicie de modo súbito e dure até 3 semanas, ela é classificada como lombalgia aguda. Já a lombalgia crônica é categorizada como uma dor que dura mais de 3 meses, sem um início preciso, e com períodos de maior e menor intensidade.[/vc_column_text][vc_column_text] Fontes: Sociedade Paulista de Reumatologia, Sociedade de Reumatologia do Rio de Janeiro, Associação Paulista de Medicina do Trabalho, Associação de Fisioterapeutas do Brasil,Associação Brasileira de Fisioterapia, Biblioteca Virtual do Ministério da Saúde, Sociedade Brasileira de Reumatologia e Serviço de Anestesiologia de Joinville(SC). [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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